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IBS rebate reclamação de consumidores de aço

O presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), José Armando Campos, disse que o documento enviado por entidades representativas dos setores auto-mobilístico, eletroeletrônico, dentre outros, ao governo federal denunciando o alto preço do aço nacional não tem 'fundamento', já que as siderúrgicas do país vendem aço mais barato no mercado interno do que no externo



IBS rebate reclamação de consumidores de aço

O presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), José Armando Campos, disse que o documento enviado por entidades representativas dos setores auto-mobilístico, eletroeletrônico, dentre outros, ao governo federal denunciando o alto preço do aço nacional não tem 'fundamento', já que as siderúrgicas do país vendem aço mais barato no mercado interno do que no externo.
Além disso, o aumento de 63% do valor dos aços planos e de 52% dos não planos, nos últimos 12 meses, foi em decorrência da alta dos insumos, não totalmente repassada ao consumidor brasileiro. 'Não podemos, também, reduzir muito as margens de lucro nas vendas, pois várias companhias têm dívidas em dólar e a alta da moeda americana agrava este endividamento', disse.Segundo documento elaborado pelas entidades, entre elas a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o aço vendido no Brasil teve alta de preço maior do que a variação do dólar no período (45%) e do IGP-M (28%). O IBS alega que o reajuste do produto siderúrgico foi em função da elevação de vários insumos, que representam 60% do custo de produção. As altas foram verificadas no preço da sucata (148%), ferro-gusa (92%), ferro-ligas (150%), além dos combustíveis (116%). 'O minério de ferro e o carvão vegetal, duas commodities, têm preços atrelados ao dólar e variaram na mesma proporção da moeda americana'.

Ele citou que o frete pago no transporte do carvão mineral, que necessariamente é importado pelas siderúrgicas devido à escassez no mercado interno, também teve elevação, principalmente, devido à ameaça de guerra no Iraque.

José Armando Campos, que também preside a Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), disse que os preços médios dos produtos siderúrgicos no Brasil estão abaixo dos praticados no exterior. 'Se não fosse nossa intenção abastecer o mercado interno, toda a produção nacional seria dedicada ao mercado externo, que tem preços melhores', disse.

O IBS apresentou como exemplo os laminados quentes, que custam US$ 260 a tonelada no Brasil e US$ 380 a tonelada na China. Outro exemplo citado é o laminado a frio, que têm preço médio de US$ 330 a tonelada no Brasil e US$ 410 na Europa. 'Mesmo com a diferença de preço, 65% a 70% da produção nacional de aço fica no Brasil', disse.

Outro ponto do documento contestado por Campos é sobre o possível desabastecimento de aço no Brasil. 'Isso não é possível, já que a produção de aço bruto cresceu cerca de 10 % no ano passado e as vendas internas, 0.9%. 'Além disso, várias siderúrgicas, como já foi amplamente anunciado, estão investindo em novos produtos e em expansão', disse. Apesar de não concordar com as indústrias consumidoras de aço, Campos disse que o IBS não irá enviar nenhum documento de justificação ao governo federal e que cada caso deve ser analisado entre fornecedores (siderúrgicas) e clientes.

O grupo Gerdau, em nota oficial, disse que 'fornece uma série de produtos para diversos setores da economia' e por isso não 'há um tratamento diferenciado para cada segmento de produto', e que negocia cliente a cliente, dependendo do volume e outros fatores.


(Gazeta Mercantil, 24/02/2003)

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