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Aço barateia custo de obras

Preço, velocidade na execução da obra, canteiro de obra menor e mais organizado, segurança, a solução para melhorar estruturas antigas ou obter um design mais arrojado.



Aço barateia custo de obras

Essas são algumas das vantagens apontadas pelas empresas de construção civil que utilizam o aço em seus empreendimentos. No Estado, duas grandes obras utilizando o aço como carro-chefe no lugar do concreto foram concluídas. Coincidentemente, as duas são na área de educação: a Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire) e o Colégio São Luiz. E não escolheram a matéria-prima para realizar seus projetos de ampliação à toa.

Responsável pela ampliação do Colégio São Luiz, a Exata Engenharia se viu diante de um problema. "Tínhamos que construir um novo pavimento em cima do já existente, mas a estrutura não suportava. O aço foi a opção encontrada e a mais adequada", recorda o diretor da Exata, Eduardo Carvalho. O aço foi a matéria-prima usada para por fim ao problema. O produto permitiu que a construtora erguesse uma estrutura abraçando a antiga, possibilitando a obra sem sequer arranhar as paredes do prédio.

Orçada em R$ 2 milhões, a construção do terceiro pavimento consumiu 300 toneladas de aço. De acordo com Carvalho, essa é a maior obra já realizada com o produto no Estado. Ele aponta a rapidez na construção e a durabilidade com outros pontos a favor da matéria-prima. Mas lembra que a rapidez na obra leva ao desembolso também acelerado do dinheiro. No Colégio São Luiz, por exemplo, o projeto de ampliação foi concluído em seis meses, reduzindo os transtornos que canteiros de obras costumam causar.

falta de espaço - Na Fafire, a opção pelo aço foi motivada pela falta de espaço para o canteiro de obras, tipo do solo e pela agilidade. "O aço permite uma construção industrializada, com controle exato de gasto, mais liberdade estética e de concepção estrutural. É uma nova opção que traz agilidade à obra e a possibilita um retorno também mais rápido dos investimentos realizados", explica Veralda Lauritzen, diretora da Construtora Lauritzen. A faculdade está com um novo prédio de três pavimentos, com a estrutura 100% em aço. Obra orçada em R$ 1,8 milhão, que representou a ampliação em 1,1 mil metro quadrado.

Localizada na avenida Conde da Boa Vista, a Fafire foi erguida em um solo extremamente arenoso. Situação que juntamente com a trepidação causada pela movimentação de veículos na avenida foi solucionada com o uso do aço. Veralda Lauritzen destaca que o emprego desse insumo na construção nacional era muito restrito à indústria e comércio. Mas assegura que esse cenário está mudando. No Nordeste, por exemplo, cujo consumo era de apenas 4% do volume nacional, já se registra o crescimento para 7,6%, com mais de 8 mil toneladas de perfil estruturais comercializados.

Fonte: Diário de Pernambuco

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