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Preço do aço subiu 75% em dois anos, revela estudo

SÃO PAULO - Estudo da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em conjunto com outras dez entidades da indústria, revela que o preço do aço subiu 75% nos últimos 24 meses, de janeiro de 2002 a janeiro de 2004.



Preço do aço subiu 75% em dois anos, revela estudo

Essas instituições enviaram nesta quarta-feira ao governo federal um documento alertando sobre o impacto dos novos aumentos do aço, em média de 12% a partir de janeiro, nos custos de produção e nos preços finais de bens de consumo.
As indústrias alegam que o aço é fator preponderante na formação de custos desses setores e que os aumentos de preços do insumo afetarão os preços para o consumidor e 'ameaçam a meta de inflação estabelecida, fundamental para a retomada de um crescimento sustentado para o país'.
Além da Anfavea, assinam o documento Abinee, Abimaq, Eletros, Sindipeças, Sindiforja e Sindicatos de Laminação e Trefilação, de Artefatos de Ferro, de Refrigeração e de Parafusos. Esses setores respondem por cerca de 30% do consumo nacional de aço, adquirindo mais de 5 milhões de toneladas por ano.
No documento, as entidades reconhecem o papel das siderúrgicas na expansão das exportações brasileiras, mas afirmam que deve ser priorizado o abastecimento interno de maneira compatível com as condições de custos e de fornecimento vigentes no país.
- Não podemos concordar com que a expansão das exportações e a conseqüente internacionalização dos preços internos do insumo levem ao comprometimento da competividade da cadeia produtiva dos setores consumidores de aço - concluem as entidades.
Em outra correspondência encaminhada ao Instituto Brasileiro de Siderurgia, as entidades justificam o fato de terem ido ao governo em razão da falta de disposição para o diálogo por parte das siderúrgicas, que 'apenas comunicam data e hora em que os aumentos passarão a vigorar'. Na opinião das entidades, a falta de diálogo deve-se ao fato de a oferta de aço estar 'cada vez mais concentrada em poucos fabricantes, que também dominam a rede de distribuição'.
O documento finaliza criticando a evolução do preço do aço, 'que ultrapassa todos os índices econômicos, inclusive o câmbio', que as siderúrgicas alegam como principal fator do aumento de custos.

Wagner Gomes - Globo Online
(O Globo, 05/02/2004)
Fonte: Infomet

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