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Usiminas investe para conquistar construção civil

Atenta ao potencial do setor de construção civil, a Usiminas tem investido R$ 500 mil por ano em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e promoção do uso do aço junto a este mercado.



Usiminas investe para conquistar construção civil

Atenta ao potencial do setor de construção civil, a Usiminas tem investido R$ 500 mil por ano em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e promoção do uso do aço junto a este mercado. De acordo com o gerente de vendas para construção civil da siderúrgica, Rodolfo de Lima Naves, 13% de todo o aço produzido pela empresa segue para o setor, o equivalente a 400 mil toneladas por ano.

A empresa mantém desde 1987 uma gerência de desenvolvimento da aplicação do aço na construção civil e já possui o maior portfólio nacional de aços planos voltados para construção: desde chapas grossas para estruturas pesadas até material zincado a quente, para telhas e paredes do tipo dry wall (gesso por fora e aço galvanizado por dentro).

O maior desafio do setor siderúrgico, segundo Naves, é aumentar a participação do aço nas construções residenciais, que respondem por 70% do mercado de construção no Brasil. "A participação dos aços planos nesse segmento é de apenas 1%, ante 46% nas construções comerciais e 36% nas industriais", afirmou.

"Estamos fazendo um trabalho junto a construtores, empreendedores e estudantes de engenharia e arquitetura, além de entidades normativas", informou ao acrescentar que o resultado dessas ações é mais qualitativo do que quantitativo.

Segundo ele, a cultura brasileira ainda é muito voltada para a construção de alvenaria. Apesar disso, a participação dos aços planos na construção civil tem crescido 10% ao ano nos últimos anos. "Nossa previsão é de que a partir de 2003 esse crescimento possa ficar entre 15% e 20% ao ano", avaliou. Para isso, acrescentou, as siderúrgicas estão se especializando e melhorando a qualidade do aço oferecido.

Usiteto

Há cerca de dois anos, a Usiminas desenvolveu Usiteto, um sistema construtivo industrializado de alta tecnologia, que alia as vantagens da estrutura metálica aos novos materiais de fechamento e de acabamento. O Usiteto é a aposta da Usiminas para o grande déficit habitacional brasileiro, especialmente no segmento de baixa renda.

"A construção civil no Brasil está passando por um processo de modernização e de maior eficiência construtiva, através da industrialização, com reflexos positivos na redução do tempo de construção e na diminuição do desperdício, permitindo oferecer ao mercado uma moradia de qualidade a preço competitivo", explicou.

A siderúrgica também se estruturou para atender ao crescimento do mercado da construção metálica e conta com uma equipe capaz de dar suporte aos construtores na elaboração do projeto e no acompanhamento da obra. De acordo com o gerente da Usiminas, a estrutura metálica pode reduzir em até 50% o tempo de conclusão de uma obra. "Não são simples obras, mas linhas de produção", brincou.

A Usiminas colocou também à disposição dos incorporadores uma gerência de vendas com técnicos capacitados a prestar suporte desde os estudos de viabilidade econômica do projeto, até a estruturação de operações financeiras para a sua viabilização. Além disso, a empresa promove anualmente o Prêmio Usiminas Arquitetura em Aço, que já concluiu sua quarta edição.

Além das estruturas metálicas, o aço oferece inúmeras possibilidades de utilização entre as quais o Steel Frame (para estrutura, fechamento e divisória), o Dry Wall (para fechamento e divisória), o Steel Deck (forma metálica permanente para lajes) e engradamento de telhado e telhas.

Segundo Naves, das 400 mil toneladas de aço galvanizados produzidos pela Usiminas, 150 mil toneladas já são destinadas à construção civil (volume incluso nas 400 mil toneladas citadas no início da matéria). "Os Estados Unidos são o berço da construção a seco (dry wall), com um consumo per capita anual de 9 metros quadrados de gesso cartonado", afirmou.

No Japão, Europa e Chile o consumo é de 5, 3 m² e 1,8 m² por habitante, respectivamente. No Brasil não passa de 0,03 m² por habitante. "Esse é um campo onde podemos crescer", avaliou. Segundo o executivo, a Usiminas detém entre 30% e 32% do mercado de aços planos na construção civil.

Beth Moreira
Agência Estado

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